Instalação artística em uma praça pública, cercada por edifícios históricos de fachada colonial e árvores. No centro, sobre um piso circular dividido em quatro setores, erguem-se figuras humanas verticais, recortadas em chapas metálicas de aço cortem, com coloração avermelhada. As silhuetas representam pessoas negras, dispostas lados a lado em diferentes alturas, formando o mapa da África. Ao redor da escultura, painéis com textos dos módulos da exposição com diferentes cores de fundo.

A exposição Valongo: Cais de Ancestralidade é um espaço que nos convida a repensar a história do Rio de Janeiro, do Brasil e a entender a importância do Cais. Os eixos mostram a Pequena África como lugar de memória e de luta da população negra, além de resgatar as histórias, ancestralidade, identidades e pluralidade de povos africanos que foram sequestrados e trazidos para cá.

A equipe formada por Ynaê Lopes na curadoria e pesquisa, Cachalote Mattos na expografia, Maria Julia Ferreira no design gráfico e João Raphael Santos na pesquisa de imagens, se junta a Folguedo para execução desse projeto tão importante para história do Brasil e do Mundo.

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